PARECER MANDRAKE

parecer_final POR QUE O DOUTOR IGOR NÃO FAZ UMA SINDICÂNCIA PARA APURAR OS FATOS NA ÁREA DA SAÚDE?

APROVEITA, TAMBÉM, E ABRE UMA SINDICÂNCIA PARA COBRAR O IPTU DA FAMÍLIA DO PREFEITO QUE JÁ CONFESSOU O CRIME NA JUSTIÇA E NA CPI DA OCUPAÇÃO FUNDIÁRIA, COMO VOCÊ É UM “BOM” ADVOGADO FICA A DICA!    HIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

CHARGE DO DIA

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Ki-suco ferveu em Mandirituba

Prefeito e vereador da RMC discutem e quase saem no tapa após denúncias de desvios de dinheiro da saúde

Por Elizangela Jubanski e Geovane Barreiro*

A sessão da Câmara Municipal de Mandirituba, na região metropolitana de Curitiba, desta terça-feira (1º) terminou com bate-boca e empurrões entre o prefeito Onildo Gelati (PP) e o vereador Fernando Teixeira (PCdoB). Em meio a outros vereadores e populares que acompanhavam a sessão, os dois se confrontaram em frente ao Teatro Municipal, onde funciona temporariamente as sessões da Câmara. Após denúncias de irregularidades e investigações do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), o vereador pediu em plenário a cassação do prefeito.

A briga entre eles aconteceu por volta das 20h30 e um vídeo (abaixo) mostra o momento em que o prefeito e o vereador batem boca por conta das denúncias de desvios de dinheiro. O prefeito teria ido tomar satisfação após receber informações sobre o pedido de cassação, mencionado por Teixeira, em plenário.

Pelas palavras do vereador, o ‘prefeito estava desesperado porque agora terá que se explicar na justiça’. Por sua vez, Gelati negou as irregularidades e acusou outros vereadores de participarem de esquemas de desvios de dinheiro público. Outras pessoas que estavam presentes também se envolveram em brigas paralelas e o tumulto foi geral. Tudo foi acompanhado pelo Jornal ORepórter.

A confusão aconteceu após a veiculação de uma reportagem produzida e exibida pela RPC TV, no Paraná TV, 2ª Edição, na noite de ontem. Segundo essas denúncias, o TCE-PR acusa o prefeito de Mandirituba a usar a quantia R$ 2, 2 milhões indevidamente, que seria destinada para a área da saúde. O valor seria relacionado a pagamentos de serviços entre 2013 e 2015, mas que nunca aconteceram.

Contato

A Banda B entrou em contato com a Prefeitura de Mandirituba e a assessoria de imprensa do prefeito Onildo Gelati informou que uma nota oficial será enviada à imprensa, em breve. Já o vereador Fernando Teixeira não foi encontrado em seu gabinete, na Câmara Municipal. Segundo uma funcionária, Teixeira vai até a Câmara apenas nas terças-feiras à noite para sessão.

Confira o vídeo:

Rede em defesa da Liberdade de Imprensa

Senado aprova indicação de Marcelo Navarro para o STJ

Com 65 votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção, o Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (2), a indicação de Marcelo Navarro Ribeiro Dantas para o cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele foi indicado pela presidente da República para vaga destinada a juízes dos Tribunais Regionais Federais decorrente da aposentadoria do ministro Ari Pargendler.

Navarro iniciou a carreira como advogado. No Rio Grande do Norte, foi procurador e chefe do setor jurídico do Serviço Social da Indústria, procurador-geral da Assembleia Legislativa, promotor de Justiça e procurador-chefe da Procuradoria da República no estado. Tomou posse como juiz federal em 2003 e, quando foi indicado, presidia o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, com sede em Recife.

Durante sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Navarro defendeu o uso da delação premiada. Para ele, o método é positivo por incorporar um instrumento moderno e necessário ao combate do crime organizado.

Vários senadores elogiaram a conduta e o currículo do juiz federal. Romero Jucá (PMDB-RR) ressaltou que o indicado foi aprovado na CCJ por unanimidade e afirmou que o STJ vai ganhar um membro comprometido com a Justiça e com o país. Já o senador José Agripino (DEM-RN) afirmou que o indicado tem isenção, competência e caráter para o cargo.

— O doutor Marcelo é legalista por excelência. Ele se posiciona ao lado do bom direito. Sempre se pauta em cima de critérios republicanos e da legalidade — disse Agripino.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Tenente da PM defende o fim do policiamento dentro dos estádios

Fernando Paulo Cantador, comandante da 5ª companhia do 12º batalhão da PM, afirma que não há efetivo para cuidar ao mesmo tempo dos jogos e das ruas e que clubes deveriam contratar seguranças para garantir a ordem nas arquibancadas

O projeto de lei que tramita na Câmara dos Vereadores e pretende autorizar a comercialização de bebidas alcoólicas nos estádios de Curitiba levou a Polícia Militar se posicionar de maneira taxativa: é contra a medida, por entender que eleva o risco de violência nas praças esportivas. Mas esse não é o único tema polêmico envolvendo futebol e autoridades policiais.

Para o tenente Fernando Paulo Cantador, comandante da 5.ª Companhia do 12.º Batalhão da Polícia Militar (BPM), é hora de rever a utilização de policiais militares dentro de estádios de futebol.

“A Polícia Militar (PM) deveria cuidar apenas do lado de fora do estádio, para que sobrasse efetivo para colocar nas ruas. Em um jogo de futebol a gente aplica até 200 policiais, então é humanamente impossível policiar os bairros nestas datas. Enquanto a PM está no estádio, de forma errada, o restante da população fica desprotegido nas ruas. É inevitável”, argumenta o tenente.

“É uma situação que representa a utilização do funcionário público em evento privado. Somos policiais militares e devemos prestar serviços para a população e não para eventos de clubes, que são empresas privadas”, defende Cantador, para quem a segurança dentro das praças esportivas deveria ser feita por seguranças privados contratados pelos clubes.

O projeto de lei que autoriza a volta da cerveja aos estádios, de autoria do vereador Pier Petruzziello (PTB), foi aprovado pela Câmara Municipal em primeiro turno na terça-feira (25) da semana passada. Após pressão do Ministério Público e da PM, no entanto, a votação em segundo turno prevista para o dia seguinte acabou adiada por decisão da maioria.

Inclusive, uma declaração do major Alex Breunig na Câmara dos Vereadores na última quarta-feira (26), de que o possível aumento da violência decorrente da aprovação do projeto seria culpa dos vereadores, gerou mal-estar na casa. Tanto que, na quinta-feira (27), motivou pedido de desculpas por parte do Comando da PM. A instituição, todavia, não mudou seu posicionamento em relação à lei.

“Nosso parecer é de que a liberação da cerveja nos estádios maximiza o índice de ocorrências criminosas. Está claro em nosso sistema”, corrobora Cantador. “Mas o que deveria ocorrer é uma mudança de cultura. Estamos falando de atividade desportiva, não de guerra. A PM deveria fazer coisas que surtem efeito para a população, como evitar crimes e a venda de drogas nas ruas. E não ficar apartando briga de gente que nem sabe por que está brigando”, diz o tenente.

“Por que não começar essa mudança de comportamento aqui em Curitiba, no Paraná? Já demos tantos outros exemplos para o país. Não deveria haver nem divisão entre as torcidas. Quem entra em um estádio tem de saber se portar, está na hora de mudar”, finaliza Cantador.

Em enquete feita pela Gazeta do Povo, 57% dos leitores foram favoráveis à manutenção do veto às bebidas alcoólicas nos estádios da capital.

Fonte: Gazeta do Povo

Senado aprova o fim da doação de empresas às campanhas

Da Redação | 02/09/2015, 19h49 – ATUALIZADO EM 02/09/2015, 20h18

Os senadores decidiram há pouco, na sessão desta quarta-feira (2), que as empresas e demais pessoas jurídicas não podem mais doar dinheiro aos candidatos e aos partidos políticos. Por outro lado, as pessoas físicas estão autorizadas a contribuir até o limite do total de rendimentos tributáveis do ano anterior ao repasse dos recursos. O resultado da votação foi apertado (36 votos favoráveis e 31 contrários) e muito comemorado pelos senadores que defenderam a proposta.

Essa votação faz parte do debate sobre o PLC 75/2015, votado pelos deputados e que altera regras eleitorais, partidárias e políticas. O texto base dessa proposta de reforma política já foi votado pelos senadores, que agora analisam outras emendas à matéria.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Folha Social:

Quem troca de idade nesta quarta-feira, dia 2, é advogada conceituada e respeitada, em Pontal do Paraná, Dr.ª  Virgínia Pedroso (foto), Pela data festiva, recebe  homenagem dos familiares, amigos e clientes.

Que Deus te ilumine sempre, parabéns felicidades mil !!

Perguntar no ofende:

12 milhões é orçamento da saúde em Pontal do Paraná

Prefeito Edgar Rossi diz que os investimentos na saúde, foi acima do teto permitido por lei.

Agora perguntar não ofende:

Se investiu tanto na saúde, então por que a população tem que ainda ficar na fila, de madrugada, para marcar consultas médicas? Por que a saúde de Pontal está um caos? Por que a população te que agendar, e esperar meses, para fazer exames básicos de saúde ? Por que a prefeitura paga uma empresa particular para fazer exames de raio-x, já que o município conta com um aparelho no Posto 24hs, em Praia de Leste, doado pelo governo do estado?

O investimento dos mais de 12 milhões do orçamento, deve ter sido lá para a cidade de Jatobá ou nestas empresas fantasmas que contratam médicos e não atendem a população.

Uma vergonha, prefeito Aderbal Pimenta!!!!!

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Mais um escândalo abala a administração do prefeito Edgar Rossi – O “Cristão”

Empresa acusada de desviar milhões da saúde publica das prefeituras do Paraná, mantinha contrato com a prefeitura de Pontal do Paraná.

A OSCIP que atua ou atuava  em Pontal do Paraná, é alvo de operação da PF – Operação de “Fidúcia” (CONFIANÇA) que visa apurar fraudes nos contratos de prestação de serviços de saúde com os municípios.

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Estranhamente estas OSCIP vinham atuando nos município de Mandirituba e Araucária e Fazenda Rio Grande, terra da secretária da saúde, Sandra Machado e da presidente do departamento de licitação da prefeitura de Pontal do Paraná, Geovana Maria Cordeiro.

A novela da “Babilônia” terminou, mas algumas cenas ainda vamos ver em Pontal do Paraná.

A verdade sem medo. Doa quem doer!

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