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Padre Fantasminha

Papa Francisco cria novo tribunal para crimes de pedofilia

Instância vai funcionar na Congregação para a Doutrina da Fé e visa julgar bispos pelo encobrimento de padres que tenham cometido abusos sexuais.

Francisco prometeu tolerância zero para os crimes de pedofilia Tony Gentile/Reuters

Os bispos que forem acusados de ter protegido padres pedófilos poderão vir a ser julgados por uma nova instância judiciária criada no Vaticano pelo Papa Francisco, uma reivindicação de longa data das associações de vítimas.

Os bispos – que são mais de cinco mil em todo o mundo – poderão ser julgados em caso de “falta ao seu dever profissional” em virtude do direito canónico, por esta “nova instância judiciária no interior da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF)”.

A CDF, antigo Tribunal do Santo Ofício, tem por missão zelar pelo respeito do direito canónico em toda a Igreja Católica.

O Papa ordenou a nomeação de pessoal suplementar para estas novas funções, explicou o porta-voz da Santa Sé, o padre Federico Lombardi, à saída de uma reunião do conselho de cardeais que está encarregue de conduzir as reformas da Igreja.

Francisco estabeleceu um período de cinco anos para avaliar a “eficácia” deste novo dispositivo. Os novos funcionários “podem também dedicar-se a processos penais em casos de abusos de menores ou de adultos vulneráveis por parte de membros do clero”, anunciou o Vaticano.

As queixas contra os bispos serão recebidas palas congregações para os bispos, para a evangelização dos povos e para as Igrejas orientais. Estes três “ministérios” do Vaticano com competências relacionadas com os detentores deste cargo terão depois, obrigatoriamente, de as transmitir à nova instância da CDF.

As associações de antigas vítimas de padres pedófilos reclamavam, há muito, que o Vaticano reconhecesse como delito punível o encobrimento de abusos sexuais de menores cometidos por padres por parte dos bispos.

Os escândalos de padres pedófilos, a maioria ocorridos nos anos 1960-70, contribuíram em muito para desacreditar a Igreja Católica. Milhares de menores foram agredidos sexualmente por religiosos, padres e religiosas. Dezenas de bispos recusaram-se a ouvir as queixas das vítimas, pedindo-lhes muitas vezes o seu silêncio, protegendo os padres acusados ou suspeitos, por vezes transferindo-os para novas paróquias, onde em muitos casos voltavam a repetir os abusos. Também o Vaticano foi acusado de ter protegido alguns desses bispos para evitar escândalos.

Em 2011, já o Papa Bento XVI tinha pedido a todas as conferências episcopais para adoptarem dispositivos para por fim a estes abusos e colaborarem com os poderes judiciários civis. Mas se alguns episcopados ocidentais adoptaram regras severas, outros, em África e na Ásia, optaram pela inércia sobre um tema considerado tabu.

O último escândalo relacionado com pedofilia na Igreja envolveu o cardeal australiano George Pell, o todo-poderoso “ministro” da Economia do Vaticano. Este foi acusado por uma antiga vítima de se ter recusado a levar a sério a sua queixa contra um padre. O cardeal negou as acusações e ameaçou processar judicialmente o responsável pela divulgação das acusações, o activista britânico Peter Saunders, ele próprio uma antiga vítima de abusos sexuais.

Bento XVI e agora Francisco empenharam-se em criar um dispositivo mais severo para travar os abusos sexuais na Igreja, mas as antigas vítimas criticam o facto de os julgamentos se manterem confidenciais e no interior da Igreja, com os casos de pedofilia a serem tratados em última instância pela Congregação para a Doutrina da Fé.

“Durante as décadas desta crise, as comissões, os procedimentos, os protocolos e as promessas abundaram. Mas são todas desprovidas de significado. Enquanto os padres forem encarregues de se ocuparem de outros padres que tenham cometido ou dado cobertura a crimes sexuais, poucas coisas vão mudar”, reagiu em comunicado a associação americana de antigas vítimas (SNAP).

Revisão da Poligonal dos portos paranaenses será discutida nesta sexta-feira

A Secretaria de Portos da Presidência da República promove nesta sexta-feira (03), em Paranaguá, Reunião Preparatória para Revisão das Poligonais dos Portos de Paranaguá e Antonina.

O debate acontece das 9h30 às 12h, no Teatro Municipal Rachel Costa, e contimagens2015_006ará com a presença do ministro-chefe da Secretaria de Portos, Edinho Araújo.

A reunião tem como objetivo debater de forma transparente o processo de revisão das Poligonais dos portos paranaenses, atendendo ao artigo 15 da Lei no 12.815/2013, que regula a exploração pela União, direta ou indiretamente, dos portos e instalações portuárias e as atividades desempenhadas pelos operadores portuários.

De acordo com o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, durante a reunião serão discutidas a metodologia, os critérios para o processo e os cronogramas propostos pela Secretaria Especial de Portos (SEP).

“É o momento em que todos terão a oportunidade de se manifestar sobre o tema”, afirmou Dividino.

“A reunião preparatória será importante porque teremos a oportunidade de ouvir os principais atores envolvidos no processo. Tenho por princípio buscar sempre o consenso, que no caso de Paranaguá trará novos investimentos, essenciais para a economia do Paraná e do Brasil”, declarou o ministro.

POLIGONAIS – A legislação define como poligonais as áreas que compreendem as instalações portuárias e a infraestrutura de proteção e acesso ao Porto. Dentro desta área vigoram regras específicas, tanto operacionais quanto trabalhistas. Além de a atividade ser restrita a operações portuárias, os terminais só podem ser ocupados mediante arrendamento feito pelo governo federal via licitações. Um regime Para a mão de obra, um regime próprio é praticado dentro das poligonais.

HISTÓRICO – No final de 2014, a revisão da poligonal foi colocada em consulta pública pela Secretaria Especial de Portos. No entanto, cinco liminares judiciais interromperam o andamento da revisão. Em 25 de junho o ministro assinou a portaria número 205, que revoga a consulta pública referente à revisão das poligonais dos Portos Organizados de Paranaguá e Antonina, aberta em 19 de dezembro de 2014, e conduzida no processo administrativo n.º 00045.000249/2015-93.

De acordo com a portaria, serão abertas em até sessenta dias novas consulta e audiência públicas visando à adaptação das áreas dos citados portos organizados, em face da necessidade de dar cumprimento às exigências da Lei Federal.

Serviço

Reunião Preparatória para Revisão das Poligonais dos Portos de Paranaguá e Antonina

Data: 03/07 (sexta-feira)

Horário: 9h30 às 12h

Local: Teatro Municipal Rachel Costa – R. Quinze de Novembro, 87 – Centro Histórico – Paranaguá

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Município de Pontal do Paraná investe na construção de casas populares

Obras que garantirão moradia para mais de 170 famílias aguarda liberação de órgão ambiental

Com o objetivo de atender a demanda das famílias que necessitam de moradia popular, o município de Pontal do Paraná por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (SMHAF) realiza o cadastramento dessas famílias que terão a oportunidade de adquirir seu imóvel próprio pelo Programa Minha Casa MinLOGO_MINHACASAha Vida.

Por meio de um convênio com COHAPAR (Companhia de Habitação do Paraná) e termo de adesão com Ministério das Cidades, Pontal do Paraná possui um projeto de construção de 175 casas populares, que auxiliarão tanto na preservação do meio ambiente, quanto também a barrar a apropriação inadequada das áreas públicas.

Parte das famílias inscritas no programa residem em beira de canais, área considerada de ocupação irregular, pois não respeita o recuo exigido de acordo com a legislação ambiental, que por sua vez prejudica a manutenção e limpeza dos canais, causando transtornos à população e a administração pública em especial nos períodos de chuva.

Para a construção das casas, o município já realizou todas as ações necessárias desde convênios, passando por projetos, aprovação de Lei e entrada no requerimento da Licença Prévia no IAP (Instituto Ambiental do Paraná), no final do ano de 2.013.

Desde então, o município aguarda a liberação do órgão para início das obras. “Já possuímos o de acordo do COLIT (Conselho de Desenvolvimento Territorial do Litoral Paranaense). Já fizemos a licitação para contratar a empreiteira que realizará a obra, mas continuamos aguardando a manifestação do órgão ambiental para poder garantir as famílias de Pontal do Paraná moradias adequadas”, conta o prefeito Edgar Rossi.

Para se inscrever no Programa Minha Casa Minha Vida, é necessário que a renda per capita não ultrapasse R$ 1.600,00, e o requerente, ou cônjuge/ companheiro, não podem: possuir imóvel com registro de imóveis ou de posse em qualquer lugar do território nacional, exceto em beira de canal, estar com o CPF cancelado na receita federal, ou possuir dívidas no CPF. Vale ressaltar que todos os inscritos passam por uma entrevista com a assistente social do município.

Fonte: Secretaria Municipal de Assuntos Fundiários

Serviço:

Programa Minha Casa Minha Vida

Secretaria Municipal de Assuntos Fundiários: (41) 3972-7019

Assessoria de Imprensa

Prefeitura do Município de Pontal do Paraná

NOTA DE REPUDIO E INDIGNAÇÃO

O povo reclama…

Danizinha Vieira se sentindo de saco cheio
5 min ·

INDIGNADA!!!!!!! DE SACO CHEIO DE SER FEITA DE PALHAÇA POR ESSA CAMBADA DE CARA DE PAU!!!!
Minha indignação só aumenta nesse 24hr, ou melhor com essa prefeitura. Acreditam que estamos sem SAMU no municipio?
Éhhhhh isssoo aiiii.
Adivinhem quem é o Presidente da SISLIPA, empresa que administra o SAMU?????????
DOLE UMAAAA!
DOLE DUASSS!!!

HAHAHAHAHAHAHAHA

É O NOSSO QUERIDO “””””””””EDGAR ROSSI.”””””””

E já faz mais de mes que está nessa Pouca vergonha, fulia quebrar a ambulância, empresta do municipio, QUEBRA DE NOVO E ASSIM VAI.
AGORA DEFINIRAM, “””””””NAO TEM MAIS SAMU EM PONTAL”””””””, PQ A AMBuLANCIA QUEBROU E NAO TEM PRAZO PRA VOLTAR!!!

Poucaaaaaaaa VErgonhaaaaaa….. Cambada !
Aposto que nosso querido prefeito, sua esposa e seus filhinhos tem plano de saúde e não dependem do SUS!
Quero ver precisar ir pra Shangri-lá, passando mal, infartando e não ter um aparelho de medir pressão que preste, ou um eletro. Digo isso pq eu precisei com pessoas da minha família, e se não fosse os enfermeiros se dobrarem em 50, não sei o que ia ser. Isso é ridículo, o orçamento estourando e não vemos a porcaria do resultado. Cadê o dinheiro secretária?????? CadÊ o dinheiro “””””Público””””” SR EDGAR ROSSI????? PARECE QUE A UNICA COISA QUE SABEM FAZER É TIRAR TERRA DAS RUAS PRA ATERRAR TERRENINHOS POR AI.

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